Sua saúde

Post reciclado do antigo Conexão Vancouver, mas que ainda ajuda muita gente!

Se você quer vir ao Canadá, você deve procurar fazer um seguro de saúde ainda no Brasil. Para isso, você tem que contatar a sua agência de viagem. Todas as agências têm diversas opções de seguro de viagem.

Mas se por um acaso, você não tiver seguro de viagem e precisar de um médico há a possibilidade de ir em uma free clinic. A mais conhecida é a Pine Free Clinic, na West 4th Avenue, em Kitisilano.
Free clinics são locais com atendimento gratuito para quem não tem o plano de saúde do governo e qualquer jovem abaixo de 24 anos. Os enfermeiros e médicos que trabalham lá são voluntários.

Apesar de ser graça, eles aceitam doação de qualquer valor. Não é preciso levar identidade (é possível até utilizar um pseudônimo caso você não queira ser identificado). Eles te dão uma ficha para preencher com o seu histórico médico. Exames ginecológicos são de graça e remédios mais simples como anticoncepcionais e antibióticos são de graça (e quem quiser, também tem várias opções de camisinhas, também de graça… hehehe).

Para chegar na clínica basta pegar uns dos ônibus na Granville Street: #4 UBC ou #7 DUNBAR e descer no 3o. ponto da West 4th Avenue. Ela fica no número 1985 West 4th Avenue.

A clínica funciona das 9h às 12h para qualquer pessoa que não tenha plano de saúde. À tarde, abre das 14h às 17h para quem tem menos de 24 anos. Aos sábados, funciona das 13hs às 17hs só para quem tem menos de 24 anos também. O telefone para maiores informações é (604) 736-2391.

E eu…

Peguei a brincadeira no blog da Aninha e li também no blog da Mirella. Agora passo a bola….25 anos, jornalista, doida por Vancouver, apaixonada pela vida…busco qualidade de vida e não gosto de dor-de-cabeça. Quero ter uma família com meu amor mas acho que não é hora ainda. Adoro novidades, tecnologia, adoraria ter um laptop, um ipod, uma câmera, busco um projeto de vida mas nem sei o que procurar. Sou péssima dona-de-casa, cozinho algumas coisas, o suficiente para deixar meu amor com saudades. Adoro pimentão vermelho, cogumelos frescos, mas não suporto peixe em geral. Sou italiana de coração, amo massas e molhos, adorei trabalhar em restaurantes italianos.

Não sei costurar, nem quero aprender, prefiro que o façam por mim, principalmente quando meu namorado costura botões pra mim. Adoro música, mas não tenho escutado muito, tenho dezenas de cds, entre legião urbana, queen, tarkan e muitos outros. Adoro mudar meus cabelos, mas agora tenho que esperar um pouco. Amo meus amigos e faço o que posso por eles. Sou quieta, sensível e tímida. Não gosto que me contrariem, não gosto de críticas, choro fácil. Choro em filmes. Choro em brigas. Sou tranquila, amo minha paz, mesmo quando pareço quieta demais, posso estar rindo. Rio baixinho. Minha cabeça fica a milhão especialmente depois das onze da noite. Detesto dormir cedo, adoro dormir até tardão. Fiz faculdade à noite, trabalhei à noite quando precisava, gosto de ficar sozinha, mas adoro poder ficar grudada no namorado.

Uma personalidade confusa, minha letra sempre muda, cada dia escrevo de um jeito, não sei quem eu sou, só sei do que não gosto. Não gosto que tirem vantagem nem de mim nem dos outros, não gosto de não poder fazer o que quero nem escolher o que gosto. Adoraria poder cantar mas sou muito desafinada. Amo desenhar, principalmente rosas. Adoro fotografar e quero fazer curso de fotografia. Quero saber tudo de programação de sites, mas não sei nada de lógica. Nem sei ao mesmo o quê sou. Gostaria de poder entrar em meu corpo e conversar com minhas células que me diriam a história toda, dos meus antepassados. Preciso de música em minha vida. Quero poder baixar e ouvir mp3. Adoraria aprender violino mas sou muito desafinada pra isso. Adoro estudar línguas, quero aprender turco, farsi, italiano, francês, espanhol. Tenho livros para estudar em casa, mas sou preguiçosa.

Sou virginiana com ascendente em gêmeos, ou seja, uma indecisa super detalhista! Me perco em meus problemas e sou capaz de virar uma chata com isso, mas em geral, sou a pessoa mais tranquila do mundo, sou apaixonada pelo Canadá, por Vancouver e pela natureza. Quero viajar o mundo todo, quero trabalhar em cruzeiros, conhecer gente nova, aprender tudo quanto for possível, quero aumentar minha biblioteca de livros. Sou ciumenta sem dar escândalos. Sou ciumenta até demais. Amo os meus amores e amo a cidade onde conheci o meu. Meu amor sempre me apoiou em meus sonhos, me ensinou a lutar pelo que eu quero e a nunca desistir.

Sou filha única. Sou filha mais velha. Sou filha mais nova. E também sou filha do meio. No meio de tanta bagunça há que se entender, enquanto não acontece, vou levando. Gosto de ter minha vida sem interferências. Não gosto de mudanças, tenho medo delas. Gosto do certinho, mas detesto rotina. Prefiro a segurança. Sou calma até demais mas não me provoca que abro a boca mesmo. Quando brigo não quero brigar. Não sou brava apenas sarcástica. Adoro encher o saco dos outros mas não gosto quando me enchem… sou de lua e adoro animais. Tenho dois cachorros, já tive gato e periquito. Quero mais um gato mas não quero ficar limpando sujeira, folgada, eu, quase nada!

E você?

Fireworks

Hoje tem Fireworks!

Pra quem me conhece, sabe que sou apaixonada por este festival!

Todo verão, entre julho e agosto, temos o Celebration of Light, um festival de fogos de artifício com 4 dias de duração. São 2 quartas-feiras e 2 sábados e três países competem para ver quem tem o melhor festival. São 20 minutos de fogos nos 3 primeiros dias e 1 hora no último dia, com reprise de todos os países!

A English Bay fica LOTADA de gente e em Kits tudo pára também…para quem quer assistir a pedida é não usar carro e ir a pé e cedo pra praia. Vale juntar um grupo e chegar cedo pra fazer um piquenique básico. Após o término do festival, a Translink (empresa que controla os ônibus) faz um esquema especial, com várias linhas saindo da Denman e da West Georgia Street, além do skytrain funcionando a todo vapor. Porééém, um porém: fica muuito cheio e você pode se preparar para esperar um bom tempo caso vá pegar transporte público.

Para quem quiser saber mais, clicando aqui, dá pra você ver as fotos do ano passado. No Youtube também dá pra achar vários vídeos dos fogos.  🙂

Divirta-se!

😀

Um pouquinho da minha estória

Mais de quatro anos no Canadá. Tudo passou tão depressa que ainda lembro do dia em que eu cheguei aqui…
Tudo começou no final de 2002, quando numa reunião de família, surgiu o tema de intercâmbio no exterior. Na minha família, é até normal: minhas tias fizeram intercâmbio, meus padrinhos, meus primos, a namorada do meu primo…
No começo, estávamos pensando em Utah, no Estados Unidos, pois a irmã do meu padrinho mora lá.
A namorado do meu primo tinha acabado de voltar de uma temporada de um ano lá e adorado. Minha prima ficou 1 ano na Alemanha fazendo high-school e amou e meu primo está indo agora em agosto.
E eu, terminando faculdade, contrato de estágio no SESC no fim e sem perspectivas de efetivação e um namorado há 3 anos. Se por um lado a idéia de passar um ano fora, em outro país era fantástica e apaixonante, por outro era apavorante, pelo mesmo motivo. Afinal, não teria mamãe nem a língua portuguesa para me ajudarem. Só eu e eu.
Só que aí, comecei a pesquisar mais e vi que não era bem EUA que eu queria. Todos os problemas políticos, a Guerra no Iraque e outras coisas me fizeram começar a pensar no Canadá. Meu irmão, o Luiz Eduardo, já tinha passado mais de 1 ano em Toronto e adorado. Quando contei a ele sobre meus planos, ele me deu a maior força e me ajudou em tudo que podia quanto a informações e dicas.
Só que eu não sabia se era Vancouver ou Toronto. Toronto ou Vancouver… Ou seja, comecei do zero, bem zerado. No final de 2002, ainda não havia Orkut e blogs eram uma raridade.
Pesquisando no São Google, descobri o site do CEC, que é ligado ao Governo Canadense. O Centro de Educação Canadense é um órgão de divulgação das escolas do Canadá. O serviço de aconselhamento é gratuito e você tem muita informação com eles. Fui lá com a Marina, minha amiga, que também estava querendo vir pra cá. Após ver uma série de vídeos e fotos das duas cidades, escolhi Vancouver: era menor que Toronto, mais área verde, praias, montanhas. NATUREZA.
Claro que a Marina também fez a mesma escolha, né? 🙂
Escolhida a cidade, faltava decidir o curso, quanto tempo eu iria ficar e em qual escola.
Fui na Central de Intercâmbio, na STB e entrei em contato com cerca de 10 agências até encontrar a Canadá-Brasil (agora Go Tour). Após conversar com a Liliane, decidi pela escola The Canadian College of English Language. O preço estava mais acessível e o fato de não ter muitos brasileiros também me estimulou. Não me entendam mal, mas pelo todo o dinheiro que estava sendo gasto (e o dólar, na época, estava quase R$4, lembram?) e pelo pouco tempo disponível (5 meses), ficar andando só com brasileiros não era a coisa que eu mais queria. Para isso, podia continuar no Brasil e economizar dinheiro, certo?
Pois bem, tudo decidido, vendi meu carro, colocamos o dinheiro numa aplicação e começamos a papelada do visto. Uma vez com a carta da escola, fui até o Consulado fazer o pedido. Estava tão nervosa que até preenchi o formulário errado (pus o nome do meu irmão errado!), mas após algumas horas de angústia, peguei meu passaporte com o visto de estudante colado lá. Sim, naquela época, o visto saía no mesmo dia! Bons tempos aqueles, rs rs rs!

Agora era preparar as malas, trocar Reais por Dólares Canadenses e… ir!
Dia 21 de Fevereiro. Malas prontas, eu tentando ficar tranqüila, minha mãe mais nervosa do que grávida em trabalho de parto e meu (ex-)namorado… Atrasado! Sim, atrasado! Era para ele ter chego em casa lá pelas 15h e já eram quase 17h e nada dele. Todas as malas no carro, minha mãe já na rua, na porta do prédio, quando ele chega, com a maior cara lavada do mundo… Eu mereço…
Claro que pegamos aquele trânsito maluco da Marginal em plena hora do rush, minha mãe quase tendo um ataque cardíaco e eu lá, numa ansiedade que só vendo.
Chegamos no aeroporto e o Cláudio e a Liliane, da Canadá-Brasil, estavam lá, para despedida e últimas dicas… comi meu último pão-de-queijo (ai, que saudades!!) e entrei na sala de embarque, pensando:
“Hoje é o primeiro dia do resto da minha vida”
Quando conseguimos decolar, já estávamos 3 horas atrasados… e em Toronto, embaixo de um frio de -16oC (em São Paulo estava 40oC), perdi as DUAS conexões para Vancouver, tendo de esperar por mais de 5 horas dentro do aeroporto, sem falar inglês, carregando minha mala de mão e morrendo de fome.
Bela maneira de começar, né?
Bom, tinham algumas meninas que estavam no mesmo barco que eu, sendo que uma delas ainda teria que viajar mais 5 horas de ônibus quando chegasse em Vancouver, para ir para Kelowna, imagina só.
Quando chegamos lá, uma das meninas que tinha solicitado airport reception estava esperando a pessoa que iria buscá-la e perguntou se eu podia ficar com ela até que ele chegasse. Quando o cara chegou, ofereceu carona para mim e para a outra menina que ia pra Kelowna (até a rodoviária, óbvio)…
Cheguei na minha homestay quase 7 horas depois do previsto! A minha hostmother veio, me abraçou e disse: “Welcome, call you mom because she is getting crazy!!”…
Ligo e minha mãe só chorando. Até explicar pra ela tudo o que aconteceu, imagina quanto tempo levou….
No dia 24 de fevereiro comecei as aulas no Canadian College (CCEL). O meu curso era intensivo (de segunda a sexta, das 9h às 16h) e ia até o dia 12 de julho.
Lá conheci tanta gente maravilhosa, a Seden, o Luiz, o Zafer, o Ahmet, a Carla e o Alex, a Alina, o Antoine, o Gregory, o Ahmed, o Kazu, o Mario e o Neil S. – ambos professores -, a Mehtap, o Selçuk, o Neçmi, o Mehran, a Basak, a Laura, a Martine, entre tantos outros… foram momentos especiais e únicos na minha vida. Pessoas do mundo inteiro, convivendo em hamonia, se divertindo, conversando, trocando confidências… amizades que o tempo tem mostrado serem verdadeiras e duradouras…
A Marina também chegou, um mês depois de mim e foi estudar na PLI. Nesta época, eu já havia mudado da homestay e estava dividindo um apartamento com o Antoine (francês) e a Há (vietnamita). Não conhecia nada da cidade e mesmo assim resolvi arriscar… foi a melhor coisa que eu fiz. Guardo tantas memórias gostosas do nosso apartamento em Metrotown…
Conheci o Luiz, na escola. Minha companhia de balada e diversão. Éramos nós três sempre, eu, ele e a Marina… Lembro que ele ensinou TODOS os alunos da escola a dizer fdp. Até hoje, alguns mexicanos me cumprimentam com “hey, fdp, how are you?”!!!

Então começou a época da despedida… a Marina, o Luiz, a Seden, o Gregory (meu companheiro de churrascos de verão!!!)…
Nesse meio-tempo, mudei novamente, após o Antoine ter saído para viajar por dois meses, e fui para outro apartamento no mesmo prédio.
Em novembro, conheci meu namorado, o Kam, que sempre me ajudou em tudo aqui.
À essa altura, no apartamento, éramos eu, a Gisele e o Alex. A Clarissa havia ido embora em fevereiro e a Ana, em janeiro.
Após alguns meses com os meus roommates, a Gisele foi morar com o namorado e o Alex voltou pra Romênia para visitar a família e então, o Kam e eu resolvemos morarmos juntos, mas não por muito tempo até eu resolver voltar a ter meu cantinho.

Depois de um tempo acabei indo morar com o Kam de novo, e desta vez, de vez! Em 2005, precisei voltar para o Brasil para dar entrada no meu visto de imigrante e lá fiquei, quase 10 meses, longe do Kam, esperando em banho-maria. Mas deu certo e em abril de 2006, fiz meu landing e hoje trabalho no que eu gosto, na Vancouver English Centre.

Desde então, já são mais de 4 anos de luta, amigos maravilhosos e outros com os quais eu me decepcionei muito. Muito aprendizado, crescimento, independência. Por tudo que Vancouver me proporciona e sempre me proporcionou, sou apaixonada pela cidade. Vancouver é um lugar onde eu posso andar na rua sem medo de ser assaltada, posso ficar sozinha à noite sem ter de ficar olhando pra trás o tempo todo. Um lugar onde aprendi que ser cidadão é muito mais do que votar e pagar impostos. É poder ter segurança e dignidade, sem precisar achar que isto é luxo.
Aqui consigo ir ao médico de graça, sem fila ou burocracia. Tenho conta no banco, tenho ônibus que funciona e é confortável, tenho um cantinho no qual eu me aconchego… tenho minha paz de espírito, que tanto procurei no Brasil… e sim, SOU FELIZ! 🙂

Fazendo compras

Você já tentou fazer compras no “The Real Canadian Superstore” num domingo à tarde com chuva?
Adivinha qual foi o meu programão de hoje….. Pra quem não conhece o Superstore, imagina um hipermercado Barateiro (tá, eu sei que o Barateiro não tem hiperloja, mas wharever…) duas vezes mais com pessoas, carrinhos com o dobro do tamanho, filas gigantescas para entrar lá!! Esse é o meu *adorado* Superstore… (sinta o sarcasmo!)
Primeiro que, só pra chegar lá, já é uma viagem…. muuuito longe pra quem mora em Kitsilano Beach….
Okei, pegamos o carro, chovendo, 8oC, e fomos.
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Primeira batalha: como arranjar uma vaga pro carro que não fosse tããão longe?
Impossível, algumas pessoas têm o dom de não saber manobrar carro e ocupa duas vagas ou leva três horas pra parar ou tirar o carro.

Segunda batalha: carrinho de supermercado:
Você viu algum dando sopa, abandonado? Nem eu… e lá vamos nós atrás de um carrinho. Achamos, botamos a fichinha pra tirá-lo da fila e, quando vemos, a roda dele tá uma porcaria, fica girando no lugar…

Terceira batalha: como achar um namorado no meio daquele supermercado?
Eu fui pegar um shampoo e ele, as barrinhas de cereal (tá malhando agora, então resolveu comprar estes troços). Quando chego na seção aonde ele deveria estar, cadê? E ele sem celular, tinha deixado em casa. Taca eu ir atrás dele dentro do Supermercado gigante, com trocentas mil pessoas na tua frente que, nem se você gritar na orelha delas, saem da tua frente. Meia hora depois, achei, briguei, falei um monte. Mas pelo menos ele já tinha adiantado as compras…

Quarta batalha: o pagamento.
Não o pagamento em si, mas a fila do caixa e, como eu sou muito *sortuda* o casal da frente teve problemas com cesto gigante pra roupa…. liga pra gerência, gerente esquece, liga de novo, espera o gerente e blábláblá… e nisso, a gente lá na fila esperando…

Três horas depois e $100 mais pobres, conseguimos voltar pro carro…sinceramente: É mais barato? É. Tem mais opções? Tem. Mas, cá entre nós? Superstore é um exercício de paciência que eu vou te contar… melhor que muito joguinho de computador…

Confusões linguísticas

1. Quando você tava no primário e sua professora teimava em tentar te ensinar inglês, como que ela te disse que era limão em inglês? Lemon, certo? Com fotinho e tudo…
Pois é, depois de mais de um ano aqui é que eu percebi que não, lemon não é limão!! Aqui lemon é amarelo e é o que a gente conhece como lima. Já a lima é verde e chamada de… lime….
Agora imagina eu: num churrasco, chega um canadense: “Fernanda, bring half dozen lemon for us”, simples. Lá volto eu com meia dúzia dos bichinhos verdinhos. O cara olha pra mim achando que eu não falo neca de inglês ou que sei lá.

Ele: isso é lima, não é limão.
Eu: isso é limão.
Ele: lima, limão é o amarelo.
Eu: ???

Pra confirmar fui até o mercadinho da esquina… é, lima é verde e limão é amarelo..
Dá pra entender? Continue reading